Um percurso construído para a demanda.
O planejamento considera a necessidade clínica de cada pessoa. A bateria de instrumentos não é igual para todos.
- Acolhimento e anamnese: conhecer a história e a razão da busca.
- Investigação da demanda: delimitar as perguntas que orientarão o processo.
- Planejamento: selecionar procedimentos e instrumentos pertinentes.
- Aplicação dos instrumentos indicados: reunir informações de forma responsável.
- Integração dos resultados: relacionar os achados ao contexto individual.
- Documentação: elaborar laudo psicológico de avaliação neuropsicológica quando cabível.
- Devolutiva: conversar sobre os resultados e as orientações.
Instrumentos a serviço da compreensão.
A escolha dos instrumentos deve respeitar as normas do Conselho Federal de Psicologia, as exigências aplicáveis do SATEPSI e as boas práticas de avaliação psicológica.
Os resultados são considerados em conjunto. Uma pontuação ou uma característica isolada não resume uma pessoa, e a avaliação não implica promessa de uma conclusão diagnóstica específica.
Documentos e próximos passos.
O laudo psicológico, quando cabível, é um documento de responsabilidade do profissional de Psicologia. A devolutiva permite compreender os achados e discutir orientações pertinentes à demanda.
Uma avaliação médica psiquiátrica pode ser indicada em algumas situações. Ela não é obrigatória para todos, e os documentos psicológicos e médicos mantêm suas finalidades e responsabilidades próprias.
Não há garantia de benefícios jurídicos, previdenciários ou acadêmicos. O objetivo e os limites do processo serão esclarecidos antes de seu início.
Toda conversa é um começo.
Fale sobre seu interesse em atendimento ou consultoria. Evite enviar dados clínicos sensíveis no primeiro contato.
Conversar sobre a avaliação